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     <title>Artigos da SourceDreams</title>
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     <description>SourceDreams - Soluções reais para Internet</description>
     <language>pt-br</language>

     <webMaster>helton@sourcedreams.com.br</webMaster>

		<item>
			<title>Contribuição da teoria do equilíbrio na identificação de Truste</title>
			<pubDate>2008-11-20 20:11:58</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ <div><meta http-equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"><title></title><meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.2  (Win32)"><meta name="AUTHOR" content="Helton Edurado Ritter"><meta name="CREATED" content="20081113;370000"><meta name="CHANGEDBY" content="Helton Ritter"><meta name="CHANGED" content="20081116;18023600"><style type="text/css">
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</div><div align="right"><div align="left"><b>1
- RESUMO</b></div>
</div><p>
O estado
tem o dever de proteger os direitos do cidadão enquanto
consumidor. As organizações buscam maximizar os lucros,
mas isso não deve descaracterizar a atividade, num ambiente
competitivo, não pode haver concorrentes dominando
conjuntamente o mercado usando-se de técnicas como o truste ou
o cartel, pois isso retira o direito de escolha do cidadão,
além de não promover o desenvolvimento econômico.
A identificação de truste, é baseada nas idéias
de John Von Neuman e John Nash, ambos tiveram suas contribuições
para o desenvolvimento da teoria dos jogos, teoria esta que norteia
várias áreas, desde o comportamento humano na
psicologia, quanto aspectos na teoria econômica.</p><div align="right">
</div><p><b>PALAVRAS
CHAVE:</b>
Truste, Teoria dos jogos, comportamento competitivo.</p><div align="right">
</div><p><b>1
- INTRODUÇÃO</b></p><div align="right">
</div><p>
A
sociedade é afetada pelas leis de mercado, pela oferta, pela
qualidade, disponibilidade, coerência entre o <i>marketing
</i>e
as ações das empresas que vendem produtos ou serviços
aos consumidores. Cada uma deve buscar seu diferencial em vista disso
conquistar a preferência do consumidor. Quando mais de uma
empresa presta o mesmo serviço elas fazem parte de um nicho de
mercado, e nessa situação a competitividade tende a
aumentar, forçando estratégias mais ousadas que tendem
a beneficiar o consumidor. Não sendo assim, pode correr uma
situação em que o domínio de um determinado
nicho é combinado entre as empresas, as estratégias
delas se fundem e o consumidor fica sem escolha. Escolha é um
princípio amparado legalmente em vários sentidos, no
consumo, inibir essa possibilidade é ilegal. Devem haver
garantias da escolha racional pelo consumo. 
</p><div align="right">
</div><p><br><br>
</p><div align="right">
</div><p><b>2
- TEORIA DOS JOGOS E A IDENTIFICAÇÃO DO TRUSTE</b></p><div align="right">
</div><p>
A
concorrência justa potencializa uma economia eficiente, impondo
a necessidade de melhores práticas, melhores produtos, menos
tempo para fazer, mais eficiência; a eficiência só
vem com investimento em tecnologia e educação. Todo um
ciclo de desenvolvimento é movimentado a partir da simples
necessidade de vencer a concorrência. 
</p><div align="right">
</div><p>
É
atribuição do estado prover mecanismos que permitam que
uma economia eficiente ocorra. O truste é uma prática
que congela a concorrência, e portanto faz com que todo o ciclo
de desenvolvimento não ocorra. Felizmente há amparo
legal para o consumidor, há sanções quando o
truste é identificado, mas identificar tal prática vai
além do uso do conhecimento empírico, precisa-se fazer
uma análise econômica da situação e
usar-se de conhecimento científico para validar os resultados
obtidos. 
</p><div align="right">
</div><p>
John Von
Neuman foi uma das importantes figuras ao estudar e elucidar a teoria
dos jogos. Em um jogo, cada participante (neste caso empresa) é
um agente, o agente tem suas estratégias, o que Neuman
demonstra é que a ação de um agente incide,
influencia a realidade da estratégia do outro agente, ou seja,
não há como considerar estratégias isoladas sem
considerar o contexto, e o contexto não é algo estável,
pois depende das ações dos outros agentes. 
</p><div align="right">
</div><p>
Outra
figura que auxiliou neste contexto foi John Nash, que também
trabalhou na área da teoria dos jogos, mais especificamente
com a teoria do equilíbrio econômico em ambientes
não-competitivos (foi sua tese, e por este estudo recebeu um
Nobel em economia). Até então acreditava-se que a
influência do ambiente era pequena a ponto da estratégia
individual garantir o sucesso. Nash demonstrou que o sucesso para
todos não pode ser conseguido com ações
individuais, investidas de cada um dos agentes. Nesse modelo, haveria
um momento em que as estratégias se bloqueariam, uma impediria
a ação da outra. Apenas o grupo combinando suas ações
é que o haveria um resultado onde nenhum dos agentes
experimentaria o prejuízo. 
</p><div align="right">
</div><p>
Concorrentes
de um nicho de mercado não estão em um ambiente
cooperativo, portanto algum deles arcará com maiores prejuízos
que outros, em virtude de suas estratégias um dominará
o mercado e os outros competirão por uma fatia menor. Quando
existe o truste, um ambiente de concorrência comporta-se como
um ambiente cooperativo, esse comportamento concentra o poder e priva
o consumidor da sua liberdade de escolha racional. 
</p><div align="right">
</div><p>
A
identificação do ambiente cooperativo é
matematicamente representada, e devolve um índice, que indica
ou não tal condição. O índice representa
basicamente a probabilidade de que um certo número de
concorrentes tenham as mesmas estratégias (preço,
prazos, descontos, serviços extras) no mercado. Essa
probabilidade é tão baixa que só pode ser
conseguida através de combinações que
caracterizam o truste. Essas práticas eliminam a concorrência
no mercado. 
</p><div align="right">
</div><p>
Segundo
FIGUEIREDO (2008), o pensamento de Nash encontra-se presente na
legislação antitruste brasileira, a teor do Anexo I da
Resolução no 20/99 do Conselho Administrativo de Defesa
Econômica: "As práticas restritivas horizontais
consistem na tentativa de reduzir ou eliminar a concorrência no
mercado, seja estabelecendo acordos entre concorrentes no mesmo
mercado relevante com respeito a preços ou outras condições,
seja praticando preços predatórios. Em ambos os casos
visa, de imediato ou no futuro, em conjunto ou individualmente, o
aumento de poder de mercado ou a criação de condições
necessárias para exercê-lo com maior facilidade”. 
</p><div align="right">
</div><p>
<br><br>
</p><div align="right">
</div><p>
<br><br>
</p><div align="right">
</div><p><b>3
- CONCLUSÃO	</b></p><div align="right">
</div><p>	A
teoria dos jogos, ainda que não totalmente elucidada e com
vastos campos a serem desenvolvidos é de uso em várias
áreas das ciências, sejam sociais ou exatas, trata em
suma de definir matematicamente o comportamento humano, conhecimento
esse de aplicações infinitas. Na área econômica,
tanto para identificação de infrações
legais quanto para análise de mercados, a teoria dos jogos
pode ser de grande valia.</p><div align="right">
</div><p><b>RERENCIAS:
</b>
</p><div align="right">
</div><p>FIGUEIREDO,
Leonardo Vizeu.<b>Teoria
do Equilíbrio na análise jurídica de ambientes
concorrenciais: A contribuição de John Nash para o
direito. </b>Disponível
em:
&lt;http://www.escola.agu.gov.br/revista/Ano_VI_maio_2006/A%20contribuicao-leonardo_vizeu.pdf&gt;.
Acesso em: 05 nov. 2008.</p><p><br></p><p><br></p><p>Trabalho de aula da disciplina de Teoria econômica, professor Jorge Rambo, Siciedade Educacional Três de Maio - SETREM, Bacharelado em Sistemas de Informação<br></p><span style="font-weight: bold;">Autor:</span> Helton
Eduardo Ritter <br> ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=68</link>
		</item>
		<item>
			<title>Conexão com MySQL em BDS 2006 aplicação VCL for Win32</title>
			<pubDate>2008-06-12 10:06:11</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ <p>A Borland tem, há um tempo considerável, uma IDE muito boa para desenvolvimento de aplicações desktop. A linguagem "<em>object pascal</em>" é hoje usada nos mais variados softwares.</p>


<p>Uma das facilidades do Delphi ou "Borland Developer Studio" (BDS)
sempre foi o acesso a dados, isso através dos componentes de várias
"paletas". O conjunto de componentes de acesso a dados mais versátil
que há no Delphi é a paleta DBexpress, podendo a partir desta acessar
bases Sybase, Interbase/Firebird, Oracle, Sql Server, DB2, Informix e
MySQL.</p>


<p>Todas essas bases são acessadas com o mesmo componente, porém para
MySQL há uma DLL com problemas desde o Delphi 6 que é lá de meados de
2001, e isso não foi corrigido para win32. Não dar atenção para o banco
MySQL em 2001 até era justificável, porém hoje o MySQL é um banco
presente e usado em situações de alta responsabilidade inclusive.</p>
<p>Para podermos nos beneficiar do acesso a MySQL a partir do
componente de conexão da DBexpress, precisamos apenas substituir as
DLL´s com problemas por outras que podem ser baixadas, estas são
inclusive GPL. A DBexpress é tão elogiada justamente por interagir com
diversos bancos de dados e isso não influenciar na codificação, é
praticamente uma camada de abstração de banco de dados tal como <a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/3135/php/abstracao_de_banco_de_dados_-_trabalhando_com_adodb/" class="ext">ADODB</a>.</p>

As DLL´s funcionam em Delphi 6, 7, 8, 2005 e 2006. Nas demais versões
não foram testadas, pode ser que funcionem. Se não funcionarem,
sinta-se livre para obter o código-fonte e fazer as correções
necessárias.<br><h5>Iniciando uma aplicação com BD MySQL</h5>

<p>Para exemplificar em que momento e onde se colocam as DLL´s, vamos
fazer o início de uma aplicação Win32 em Delphi 2006. O processo é o
mesmo nas diversas versões do Delphi com pequenas variações de menu.</p>
Abra o Delphi, crie um novo projeto, no 2006 escolhemos "<em>VCl Forms Application</em>". Feito isso um "<em>form</em>" vai ser mostrado.  

<p><img src="http://conteudo.imasters.uol.com.br/8996/01.png" alt=""></p>

<p>Para testes, os componentes de conexão e acesso a dados podem até ser colocados em um "<em>form</em>", em aplicações maiores, o recomendado é criar uma "<em>Data Module</em>". Na "<em>Data Module</em>" organizamos os componentes de acesso a dados.</p>
Para criar uma "<em>Data Module</em>", vá no menu "<strong>file</strong>" -&gt; "<strong>new</strong>" -&gt; "<strong>other</strong>" e na tela seguinte escolha "<em>Data Module</em>".<br>
<br><div style="text-align: left;"><span style="font-weight: bold;">Confira o artigo na íntegra:<br> </span><a target="_blank" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/8996/mysql/conexao_com_mysql_em_bds_2006_aplicacao_vcl_for_win32/">http://imasters.uol.com.br/artigo/8996/mysql/conexao_com_mysql_em_bds_2006_aplicacao_vcl_for_win32/</a><br>
<span style="font-weight: bold;">Publicação:</span> 12/06/2008<br><span style="font-weight: bold;">Autor: </span>Helton Eduardo Ritter<br>
</div> ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=64</link>
		</item>
		<item>
			<title>Gerando gráficos Flash em PHP com Fusion Charts</title>
			<pubDate>2008-06-02 17:06:41</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ <p style="text-align: justify;">A saída de dados de um sistema é seu objetivo principal. Veremos
aqui como dar saída em dados gráficos em Flash, gerados a partir de XML
que é resultado de um processamento Server Side PHP.</p><div style="text-align: justify;">

</div><p style="text-align: justify;">A proposta do pacote FusionCharts da empresa indiana InfoSoft é
possibilitar a geração de gráficos visualmente atrativos e usando
tecnologias do servidor tais como .NET, ASP, JSP, PHP ou qualquer outra
em que se possa gerar um arquivo XML.</p><div style="text-align: justify;">

</div><p style="text-align: justify;">Este pacote não é gratuito, entretanto pode ser usado para testes
(somente) sem custo. Leia com atenção a licença de uso. Há também a
versão anterior (<a href="http://www.fusioncharts.com/free" class="ext">www.fusioncharts.com/free</a>). Esta sim é free, mas desatualizada. A maneira de criar os gráficos é semelhante.</p><div style="text-align: justify;">

</div><p style="text-align: justify;">Para iniciar, faça o download do pacote no site (<a href="http://www.fusioncharts.com/" class="ext">www.fusioncharts.com</a>),
para isso é preciso um pequeno cadastro. Faça o download do pacote
"FusionCharts v3 Evaluation (11.8 MB)". Ele contém a documentação e
exemplos de todos os tipos de gráficos que podem ser criados.</p><div style="text-align: justify;">

</div><p style="text-align: justify;">Há várias maneiras de se obter um gráfico. Veremos aqui uma delas
apenas (a que considero mais fácil e eficiente). Faremos um gráfico de
pizza 3D.</p><p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Artigo na íntegra:</span><br><a target="_blank" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/8350/php/gerando_graficos_flash_em_php_com_fusion_charts/">http://imasters.uol.com.br/artigo/8350/php/gerando_graficos_flash_em_php_com_fusion_charts/</a></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Data de publicação: </span>20/03/2008<span style="font-weight: bold;"><br>Autor:</span> Helton Eduardo Ritter<br></p> ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=59</link>
		</item>
		<item>
			<title>Desenvolvendo em PHP para linha de comando – CLI</title>
			<pubDate>2008-03-10 21:03:04</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ <div style="text-align: justify;">O PHP foi projetado para trabalhar em conjunto com um servidor HTTP, porém sua facilidade de uso e sua gama de recursos foram vistos como aplicáveis à interface da linha de comando. Assim, a partir da versão 4.3.0, o PHP CLI passou a fazer parte da instalação default do interpretador. Com o CLI podemos fazer aplicativos para serem executados no terminal, tais como Shell Script ou Perl. A possibilidade de executar PHP na linha de comando potencializa a integração com as aplicações Web.<br><br>A vantagem do uso do PHP ao invés de outra forma de execução no Shell está na disponibilidade de documentação e na comodidade de não precisar aprender uma outra linguagem para executar tarefas relativamente complexas fora do ambiente Web.<br><br>Usando-se desta característica pouco difundida, o programador pode criar uma série de utilitários com funcionalidades que não eram possíveis ou viáveis usando PHP em conjunto com o Apache ou outro servidor HTTP. <br><br>Este artigo expõe algumas diferenças de executar PHP na linha de comando, bem como mostra exemplos básicos da entrada de dados a uma aplicação. Tendo isso claro, o programador já tem tudo que precisa para desenvolver as mais variadas soluções.<br><br><span style="font-weight: bold;">Artigo na íntegra:</span><br>Revista PHP Magazine, Edição 4 - Março de 2008 - Página 10.<br>Cadastre-se gratuitamente e <a target="_blank" href="http://www.phpmagazine.com.br/portal/?modulo=secao&amp;id=50">acesse a revista na íntegra</a>.<br><br><span style="font-weight: bold;">Autor:</span> Helton Eduardo Ritter<br></div> ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=55</link>
		</item>
		<item>
			<title>Comunicar por comunicar não basta</title>
			<pubDate>2007-12-18 11:12:37</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ <p><a href="http://bp2.blogger.com/_wfavnO8Xe6E/Rp5-LTR9v2I/AAAAAAAAAAo/ojOt6XnEzXo/s1600-h/comunicar.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088643361594523490" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wfavnO8Xe6E/Rp5-LTR9v2I/AAAAAAAAAAo/ojOt6XnEzXo/s400/comunicar.jpg" border="0"></a><br></p><p align="justify">Toda
a ação de comunicação deve ter um objetivo final, uma meta, um
resultado a ser alcançado, para que seja possível mensurar se a ação
obteve sucesso ou não.</p><p align="justify">Ao comunicar-se com o seu
cliente a empresa não pode comunicar de qualquer forma, por qualquer
meio e ainda para qualquer cliente. Para que a comunicação seja eficaz
e auxilie a empresa na busca dos seus objetivos se faz necessário o <strong><em>Planejamento da Comunicação</em></strong>.</p><p align="justify">... <br></p><p align="justify"><span style="font-weight: bold;">Confira o texto na íntegra:</span><br>Este texto pode ser conferido na íntegra no blog<br><a target="_blank" href="http://carlosmtborges.blogspot.com/2007/07/comunicar-por-comunicar-no-basta.html"><span style="text-decoration: underline;">http://carlosmtborges.blogspot.com/2007/07/comunicar-por-comunicar-no-basta.html</span></a><br><br><span style="font-weight: bold;">Autor: </span>Carlos Borges</p> ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=50</link>
		</item>
		<item>
			<title>Macromedia Dreamweaver 8 em Linux com Wine</title>
			<pubDate>2007-12-05 09:12:22</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ 



<p><b>Introdução</b><br></p><p>Já ouvi
muito profissional web falando que se rodasse os produtos da Macromedia (agora
Adobe) em Linux, abandonaria o ambiente Windows. Concordo em parte, para quem é
programador PHP, Perl, Python e praticamente qualquer outra linguagem a não ser
.Net (embora exista o mono), Linux sem dúvida é o um ótimo ambiente de
desenvolvimento.</p>

<p>Para suprir
algumas dessas dependências de sistema Operacional, foi criado o Wine, um
emulador, pelo qual podemos rodar boa parte dos aplicativos Windows em Linux. </p>

<p>Neste caso, usamos o Wine 0.9.49 para
rodar o Macromedia Dreamweaver 8 em uma máquina Mandriva Linux 2008.</p>

<p><b>Instalando o Wine</b></p>

<p>Para
podermos rodar aplicativos Windows em Linux, precisamos do Wine instalado e
configurado. Na versão 0.9.49, a configuração não tem nada de complicada, temos
apenas que escolher que Windows queremos emular.</p>

<p>Voltando a
instalação, baixe o pacote rpm para a sua distribuição no site do wine (www.winehq.org).
Dois Cliques sobre o rpm e siga as instruções para instalação.</p><p><span style="font-weight: bold;">Confira na íntegra:</span><br>Portal Imasters, publicado em 05/12/2007<br><a target="_blank" href="http://www.imasters.com.br/artigo/7490/dreamweaver/dreamweaver_8_em_linux_com_wine/">http://www.imasters.com.br/artigo/7490/dreamweaver/dreamweaver_8_em_linux_com_wine/</a><br>Autor: Helton Eduardo Ritter<br></p> ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=49</link>
		</item>
		<item>
			<title>Coaching e Mentoring na Gestão do Conhecimento</title>
			<pubDate>2007-11-09 14:11:34</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ A aplicação da Gestão do Conhecimento nas organizações depende principalmente das pessoas, são elas que detêm o conhecimento e apenas elas podem transmiti-lo. Sendo assim as pessoas passam a ser o foco principal da GC, ficando a tecnologia em segundo plano, sendo apenas um apoio, na estrutura e transmissão deste conhecimento.Dentre as técnicas de GC, com foco nas pessoas, encontramos o coaching e o mentoring, ferramentas essenciais no desenvolvimento da GC em uma empresa, pois através delas pode-se criar a cultura do compartilhamento do conhecimento e da aprendizagem.Por mais parecidas que possam ser o coachin e o mentoring tem finalidades distintas, onde o primeiro é feito, geralmente, pelo chefe imediato e busca o auxilio no desenvolvimento profissional, já o segundo pode ser feito por qualquer pessoa da organização, e por que não, fora dela, com foco no desenvolvimento da carreira.<br><br>O coaching busca o desenvolvimento profissional, com foco na pessoa e não no resultado. Ajudando-a alcançar suas metas, realizar seus objetivos, e dessa forma, auxiliar no desenvolvimento de sua atividade profissional....<br><br><span style="font-weight: bold;">Confira o texto na íntegra:</span><br><a target="_blank" href="http://carlosmtborges.blogspot.com/2007/09/coaching-e-mentoring-na-gesto-do.html">http://carlosmtborges.blogspot.com/2007/09/coaching-e-mentoring-na-gesto-do.html</a><br><br><span style="font-weight: bold;">Autor: </span>Carlos Borges ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=38</link>
		</item>
		<item>
			<title>Resolução de problemas estatísticos e algébricos  via programa desenvolvido em linguagem C</title>
			<pubDate>2008-01-16 11:01:12</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ O acelerado crescimento da tecnologia da informação faz chegarmos a resultados antes inimagináveis, como a aplicação prática de inteligência artificial, entretanto qualquer projeto inicia de modo pontual.<br><br>Este resumo trabalho apresenta o desenvolvimento de um programa de computador escrito em linguagem de programação C que executa cálculos algébricos como operações com matrizes, determinante e matriz inversa do mesmo modo que na área estatística executa média aritmética, desvio padrão, variância, correlação, covariância e regressão.<br><br>O programa foi resultado da Prática Profissional Direcionada I, aplicada aos acadêmicos do curso de Sistemas de Informação da SETREM no primeiro semestre de 2007. <br><br>Constituíram-se os grupos, fez-se a análise de requisitos do programa a ser desenvolvido bem como pesquisa bibliográfica. Junto a isso houve o desenvolvimento e teste dos cálculos desenvolvidos. <br><br>Usou-se de uma linguagem de programação, ambiente de desenvolvimento e compilador Open Source. <br><br>A resolução dos problemas lógicos só foi possível pela aplicação metodológica proposta como pelo envolvimento efetivo das disciplinas. Obteve-se um programa que executa sob sistema operacional Windows e Linux os cálculos que se propunha.<br><br><span style="font-weight: bold;">Confira o texto na íntegra:</span><br>* Este é o resumo, do artigo que em breve será publicado. Assim que o for, o material estará aqui referenciado.<br><br><span style="font-weight: bold;">Autores: </span>Bruna Weber Antunes, Helton Eduardo Ritter e Kerly Selzer<span style="font-weight: bold;"><br><br>Orientadores: </span>Msc.Adalberto Lovato,Msc.Helmuth Grossmann Jr., Msc.Sandra Peringer e Msc.Valmir Heckler ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=37</link>
		</item>
		<item>
			<title>Meu concorrente é a Nike. E agora?</title>
			<pubDate>2007-11-09 13:11:17</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ Muitas empresas têm como concorrentes marcas internacionais e poderosas como Nike, Coca-cola, Google entre outras. Competir de igual para igual é, certamente, impossível. É necessário encontrar formas de divulgação que cause impacto, que faça com que sua marca seja lembrada e, principalmente, tenha um baixo custo.<br><br>Uma pequena empresa que quiser divulgar sua marca nos mesmos meios que o seu concorrente, que provavelmente tenha muito maior poder de fogo, é "morte certa”. Qual a lembrança que uma ação em TV, por exemplo, uma chamada por semana, que para a pequena empresa geralmente é muito caro, vai ter em relação ao concorrente que patrocina um programa diário? O alcance dessa divulgação esta focada no meu segmento alvo? Ou seja, provavelmente a empresa estará jogando dinheiro fora. Investimento esse que poderia ser utilizado de forma mais focada e, principalmente, mais inteligente.<br><br>Uma solução para que a sua empresa tenha maior visibilidade e que venha a chamar mais a atenção que o seu concorrente, principalmente no seu segmento-alvo, é o <span style="font-weight: bold;">Marketing de Guerrilha</span>. <br><br><span style="font-weight: bold;">Confira o texto na íntegra:</span><br>Este texto pode ser conferido na íntegra no blog<br><a target="_blank" href="http://carlosmtborges.blogspot.com/2007/07/meu-concorrente-nike-e-agora.html">http://carlosmtborges.blogspot.com/2007/07/meu-concorrente-nike-e-agora.html</a><br><br><span style="font-weight: bold;">Autor: </span>Carlos Borges ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=32</link>
		</item>
		<item>
			<title>Redimensionamento de imagens em ASP.NET usando Delphi 2006</title>
			<pubDate>2008-10-29 11:10:34</pubDate>
			<content:encoded><![CDATA[ Não são raras as situações que precisamos a partir de uma imagem original (fornecida pelo cliente) criar uma miniatura ou uma imagem em alguma dimensão específica.<br><br>O trabalho foi desenvolvido usando-se do Microsoft .NET Framework na versão 1.1.4. Para obtermos o novo arquivo chamamos a função e informamos os seguintes parâmetros:<br><br><b>1 - </b>Tipo String - Caminho físico completo da imagem original no servidor;<br><b><br>2 -</b> Tipo String - O que queremos ajustar, largura (w), altura (h) ou se queremos forçar (f) um tamanho específico;<br><b><br>3 -</b> Tipo String - O tamanho para o que queremos ajustar. Se por exemplo, no segundo parâmetro informamos "w”, significa que queremos ter uma determinada largura que é informada neste parâmetro ("400”).Se no segundo parâmetro informamos "f” (queremos forçar um tamanho específico), no terceiro parâmetro informamos por exemplo "400x250”.<br><br><b>4 -</b> O caminho físico completo no servidor onde queremos salvar a miniatura (informando o mesmo que no primeiro parâmetro a imagem original é substituída pela criada);<p>Da forma a seguir, estaremos criando num arquivo de 400 px de largura e a altura será calculada proporcionalmente.</p><p style="font-family: Courier New,Courier,mono;"><font style="background-color: rgb(255, 255, 204);">cria_miniatura(camImgOriginal,''w'',''400'',camMiniPronta);</font></p><p>A função usa recursos das namespaces "System.IO” (criação do novo arquivo em disco) e "System.Drawing” (que nos permite editar uma imagem). Portanto declare estas namespaces nas Uses da Unit.<br></p><span style="font-weight: bold;">Confira o artigo na íntegra:</span><br>Revista Active Delphi, Edição 34 - Ano III - Dezembro de 2006 - página 29<br>Veja no site da <a title="Site da Active Delphi" target="_blank" href="http://www.activedelphi.com.br/mostra_edicao.php?ed=34">Active Delphi</a> como obter esta edição<br><br><span style="font-weight: bold;">Autor:</span> Helton Eduardo Ritter ]]></content:encoded>
			<link>http://www.sourcedreams.com.br/?e=artigos&md=det&ver=31</link>
		</item>

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